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02 de maio de 2011

O segundo secretário da Casa, deputado José Luís Tchê (PDT) apresentou na sessão desta quarta-feira, 27,  projeto de lei que institui o desconto de 50% no valor cobrado para o ingresso em casas que proporcionarem eventos culturais, para professores de ensino fundamental e médio na rede pública e privada no âmbito do Estado.

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Lançado na vida pública por Getúlio Vargas, foi o único político eleito pelo povo para governar dois estados diferentes (Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro) em toda a História do Brasil. Exerceu também a presidência de honra da Internacional Socialista.


Nascido no vilarejo de Cruzinha, hoje interior de Carazinho, então pertencente ao município de Passo Fundo, era filho de camponeses migrados de Sorocaba. Batizado como Itagiba de Moura Brizola, cedo adotou o nome de um líder maragato da Revolução de 1923, Leonel Rocha.


Foi prefeito de Porto Alegre, deputado estadual e governador do Rio Grande do Sul, deputado federal pelo Rio Grande do Sul e pelo extinto estado da Guanabara, e duas vezes governador do Rio de Janeiro.


Sua influência política no Brasil durou aproximadamente cinquenta anos, inclusive enquanto exilado pelo Golpe de 1964, contra o qual foi um dos líderes da resistência.


Por duas vezes foi candidato a presidente do Brasil pelo PDT, partido que fundou em 1980, não conseguindo se eleger. Morreu aos 82 anos de idade, vitimado por problemas cardíacos.



Leonel de Moura Brizola (Carazinho, 22 de janeiro de 1922 — Rio de Janeiro, 21 de junho de 2004) foi um político brasileiro.


O deputado Luis Tchê (PDT – AC)  comentou a polêmica envolvendo seu nome ter sido publicado em um jornal local sobre estar listado como um dos parlamentares do Acre a ter ficha suja. Segundo Luis Tchê, existiu um grande equívoco por parte do jornal, já que o único processo que o mesmo respondeu, em 2003, foi arquivado por insuficiência de provas.




Tchê reafirmou que tem ficha limpa e considerou o projeto Ficha Limpa como um começo de mudança na política brasileira, mas criticou o congresso pela dubiedade dos termos do projeto. Para Luis Tchê, o projeto deveria ser mais claro e mais rigoroso.

- Eu sou a favor do projeto, mas acredito que precisaria de mais rigor. Inclusive tenho estudado para fazer uma lei estadual, que estenda a “Ficha Limpa” aos cargos publicos, como diretores, presidentes de cooperativas, secretários de estado, inclusive nas instituições públicas. Não podemos agir  apenas na classe política, temos que estender a toda estrutura do poder.

Segundo o parlamentar pedetista,  o projeto materealiza um sentimento da sociedade, que espera da classe política um comprometimento maior, tanto do legislativo, quanto do execultivo.

O projeto visa impedir os Fichas Sujas a ocupar os cargos de direção ou em conselhos de administração e fiscais em entidades públicas, entidade de classe sindical e assossiações legalmente constituídas. Também visa bloquear  nas organizações não governamentais , entidades esportivas, partidos políticos, organizações da sociedade civil de interesse público, assim como, cargos de assessoramento superior e funções de confiança nos poderes execultivo, legislativo e do judiciário e também de execer atividade em emissoras de rádio e Televisão.

- Os cargos públicos precisam de pessoas de bem, que estejam diretamente comprometidas com o bem público, com desenvolvimento social e humano. Nos proximos dias darei entrada na Assembléia Legislativa o projeto com este intuíto. Completou.

Tchê confessou que nesta época de campanha eleitoral, alguns políticos aparecem como “salvador da pátria”, em busca dos votos e depois somem do eleitorado.

- Para mim, promessa de candidato, deveria ser regitrado em cartório, se o candidato não cumprir, deveria tornar-se inelegivel -  finalizou.


O Partido Democrático Trabalhista (PDT) celebra esta semana os seus 30 anos de fundação. A sigla PDT foi escolhida por Leonel Brizola depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, a pedido do general Golbery do Couto e Silva, então poderoso chefe do Gabinete Civil da Presidência da República, entregar a histórica legenda do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) – fundado por Getúlio Vargas - a até então desconhecida Yvete Vargas.

Brizola, em uma entrevista coletiva, rasgou um papel com a sigla PTB escrita a caneta, chorou, e a partir dali, imediatamente, reagindo a um dos últimos estertores da ditadura, fundou o PDT. O ato foi registrado por Carlos Drummond de Andrade, com um poema.

O PTB vinha sendo organizado por Brizola desde 1979 quando, com a ajuda do presidente português Mário Soares, realizou na capital portuguesa uma grande reunião reunindo trabalhistas brasileiros que estavam no exílio e no Brasil, no Encontro de Lisboa. Naquela ocasião, Brizola, fechando o encontro, com um longo discurso, falou sobre o partido que pretendia recriar no Brasil.

A perda da sigla do PTB foi traumática, mas foi o ponto de partida para a criação do PDT que, dois anos depois, levaria Brizola a vencer as eleições de governador no Rio de Janeiro de forma espetacular, contra tudo e contra todos, revigorando oTrabalhismobrasileiro que, em matéria anexa, é analisado pelo cientista político Jorge Ferreira, em palestra que fez por volta de 2.000 na sede da Fundação Alberto Pasqualini, no Rio.

Teve grande repercussão afirmativa a entrevista de Marina Silva, a candidata à Presidência da República pelo Partido Verde, no Painel RBS.


Muitas pessoas que ouviram Marina Silva vieram me dizer que ficaram encantadas com suas ideias, posicionamento, visão dos problemas brasileiros e excelência de suas decisões.


O comentarista Kenny Braga usou o Sala de Redação para dizer que não tem propensão a ficar assistindo a qualquer programa de televisão por mais de 15 minutos, mas que, no entanto, ficou uma hora e meia diante da TVCOM, maravilhado com a entrevista de Marina Silva.


Chegou o Kenny a dizer que ficou extasiado com as respostas de Marina Silva para as interrogações dos nossos entrevistadores.


O Moisés Mendes, nosso companheiro de Zero Hora, declarou-me ontem que Marina Silva transmite credibilidade e sinceridade.


Quem viu Marina Silva ficou cativado por ela. Mas, então, por que é que não vão votar nela? Por que é que ela não aparece nas pesquisas como tendo a mínima chance de eleição?


Eu pensei que a exposição dos candidatos à mídia, às entrevistas, aos debates, tinha a finalidade de conduzir o eleitorado a uma escolha.


Mas não, Marina Silva apaixonou politicamente a todos que a ouviram. Ontem, as pessoas me procuravam para dizer que ela fora espetacular em suas análises, mas tenho certeza de que nenhuma dessas pessoas impressionadas com a atuação da candidata na entrevista vai votar nela.


Mas que mistério é este que uma campanha de extraordinário sucesso de uma candidata em todas as suas aparições públicas não a conduz para o topo das pesquisas eleitorais?


De que adianta a campanha, então, se os ecos dela não se traduzem em votos?


Mas que mistério é este?


O pré-candidato do Partido Verde, de Marina Silva, ao governo do Estado, Montserrat Martins, me diz que “desde os anos 60 se criou na nossa cultura essa ideia plebiscitária entre situação e oposição, argumento que foi um grande obstáculo ao crescimento do próprio PT, hoje no poder, mas que na época era acusado de dividir a oposição”.


E junta-se o Montserrat Martins ao Jorge Uequed, cabos eleitorais de Marina Silva entre nós, para destacar a importância da questão ambiental, para o abandono do transporte ferroviário de cargas e passageiros no Rio Grande do Sul, para o fracasso do programa Pró-Guaíba, sonhando os dois em que esses problemas venham a ser encaminhados e solucionados por Marina.


E terminam assim: “Enfim, Sant’Ana, o país e o Estado perderão uma grande oportunidade se retrocederem ao bipartidarismo nestas eleições de 2010. E os gaúchos, que já mostraram que são capazes de surpreender nas urnas nas duas últimas eleições, podem dar um exemplo ao país votando em Marina, por que não?”.


Então, eu fico me perguntando como Marina Silva não conseguiu prosperar dentro do PT, que era o seu berço, a sua origem. Por que será que ela não conseguiu seduzir Lula?


E fica a grande indagação: se Dilma ou Serra não puderem vencer no primeiro turno, no segundo turno se dará o grande protagonismo de Marina Silva, que pode levar à Presidência da República o candidato entre os dois que ela apoiar?


E quem ela iria apoiar? Se o candidato que ela apoiar vencer, a tornará primeira-ministra.


Por Paulo Santana


É com grande consternação que o Deputado José Luis Tchê e família lamentam o falecimento do senhor Arnóbio Marques de Almeida, 89,pai do Governador do Estado do Acre, Binho Marques, ocorrido nesta terça-feira, 18, em decorrência de parada cardíaca.


Assim, prestamos condolências aos familiares e amigos desse ilustre, que nos deixou um belíssimo exemplo de dedicação ao trabalho e a educação.


Rio Branco, 18 de maio de 2010.